sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Mar Vermelho transforma resíduos do litoral em alerta artístico




Exposição de Cristina Strapação abre em 31 de outubro, na Estação Cabo Branco, e reúne pinturas, documentário, fotografias e instalação com materiais retirados das praias da Ponta do Seixas e da Penha.


Há mais de duas décadas, Cristina Strapação observa o mar de João Pessoa da própria casa, na Ponta do Seixas. Ao longo dos anos, a paisagem que inspira sua pintura também passou a revelar outro cenário: garrafas, embalagens, cordas, pneus e pedaços de embarcações trazidos pela maré. Dessa convivência nasceu “Mar Vermelho”, exposição que transforma a beleza e os sinais de degradação do litoral em matéria de reflexão. A abertura será em 31 de outubro de 2026, às 16h, na Estação Cabo Branco, com entrada gratuita.


A mostra reúne pinturas a óleo sobre tela, um documentário, uma projeção de fotografias e uma instalação composta por resíduos encontrados na orla. O título surgiu de uma escolha cromática da artista: em algumas telas, os azuis, verdes e brancos habituais dão lugar ao carmim e ao vermelho. A água parece sangrar — imagem que associa a força da paisagem às marcas deixadas pela ação humana.


O documentário aborda a situação ambiental das praias da Ponta do Seixas e da Penha, com depoimentos de pessoas próximas à questão. As fotografias registram o lixo acumulado nesses trechos do litoral, enquanto a instalação apresenta objetos recolhidos durante uma ação de limpeza. A iniciativa foi realizada em parceria com o Espaço Oceano, o InPact, a Associação Guajiru, o Movimento Esgotei e moradores da região.


Em “Mar Vermelho”, a arte não se limita a representar a natureza: ela chama atenção para uma crise que já faz parte da paisagem cotidiana. A exposição propõe ao público uma reflexão sobre consumo, descarte e a relação que mantemos com o mar. “O mundo que a gente quer depende do que a gente faz”, resume Cristina.


Da observação à tela


O processo da artista começa caminhando pela praia. Cristina fotografa, escolhe imagens, faz esboços e só então inicia a pintura. Em suas telas, aplica camadas finas e transparentes de tinta, sobrepostas com paciência até alcançar o efeito desejado. Uma única obra pode levar meses para ficar pronta.


Na nova exposição, esse método encontra uma tensão particular: as pinturas partem de uma paisagem idealizada, mas convivem com o cenário real que a artista encontra ao sair de casa. Entre a água retratada e os resíduos recolhidos, a mostra aproxima contemplação e denúncia, convidando o visitante a olhar novamente para o litoral.


O projeto também prevê oficinas para alunos da rede municipal de ensino, conduzidas por Gabriel Silva, e uma mesa-redonda sobre a situação ambiental da costa e possíveis caminhos de ação. A equipe reúne Leandro Ribeiro na produção de fotografia e audiovisual, Jorge Bweres na expografia e iluminação, Ilson Moraes na curadoria e Catarina Strapação na produção executiva.


Uma trajetória ligada à paisagem


Nascida em Curitiba, em 1959, Cristina Strapação cresceu em um ambiente quase rural, entre a horta da mãe, ninhos de passarinho e a argila que recolhia em um riacho para criar pequenos objetos. Formou-se em Serviço Social, mas direcionou sua trajetória às artes visuais, com estudos de desenho e pintura em Curitiba e formação em restauração, anatomia e vitral em Barcelona.


Desde que se mudou para João Pessoa, em 2003, o mar tornou-se seu principal campo de pesquisa. Ao longo da carreira, expôs no Paraná, na Paraíba, no Rio Grande do Norte e em São Paulo, além de Itália, França, Portugal e Espanha. Entre seus reconhecimentos estão a premiação do SESC Paraíba, em 2025; o prêmio em pintura do Edital André Rebouças, da Fundação Palmares, em 2022; e os prêmios Hermano José, em 2021, e Amelinha Theorga, em 2020, ambos da Secretaria de Cultura da Paraíba.


Serviço


Exposição:“Mar Vermelho”, de Cristina Strapação  

Abertura: 31 de outubro de 2026, às 16h  

Local: Estação Cabo Branco, João Pessoa (PB)  

Entrada: gratuita  

Instagram: @cristina.strapacao  

Patrocínio:Programa Nacional Aldir Blanc, por meio da Funjope — Fundação Cultural de João Pessoa — e da Prefeitura Municipal de João Pessoa


Hélio Costa 

Diretor de Comunicação da Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo.

Oliveira de Panelas: uma vida que encontrou na cantoria sua própria voz




Antes de ser conhecido como o “Pavarotti dos Sertões”, Oliveira de Panelas era um menino atento aos versos e às cantorias que faziam parte da vida de sua família. Nascido Oliveira Francisco de Melo, em 24 de maio de 1946, no Sítio Contador, em Panelas, no Agreste pernambucano, ele descobriu cedo que a poesia podia ser mais do que palavra: podia ser trabalho, encontro e caminho.


O pai, Antônio Francisco de Melo Filho, gostava de cantoria e foi uma de suas primeiras referências. Ainda criança, Oliveira se aproximou da tradição oral e aprendeu com poetas como Zé Rufino. Aos 12 anos, fez sua primeira apresentação pública; aos 14, já se dedicava profissionalmente à arte. A viola e o improviso passaram a acompanhá-lo por uma trajetória que atravessaria gerações.


Sua voz potente e afinada ajudou a torná-lo uma figura singular entre os repentistas. Mas não era apenas o alcance vocal que chamava atenção. Oliveira levou para os versos assuntos do cotidiano, questões sociais, humor e romantismo — temas que mantiveram viva uma tradição antiga sem deixá-la parada no tempo. No repente, cada desafio exige escuta, agilidade e presença: o verso nasce ali, diante do público, e não pode ser desdito.


Ao longo da carreira, ganhou projeção nacional, participou do Fantástico, em 1974, e teve trabalhos associados a produções cinematográficas. Gravou discos, publicou livros e percorreu palcos e festivais. Entre os reconhecimentos mencionados em sua trajetória estão a vitória no campeonato brasileiro de repentistas, em 1997, e no 1º Desafio Nordestino, em 2001. Também integrou a Academia de Letras e Artes do Nordeste e presidiu a Associação de Cantadores e Poetas Repentistas.


Embora tenha nascido em Pernambuco, foi na Paraíba que construiu parte importante de sua vida e carreira. João Pessoa tornou-se seu lar, e sua contribuição à cultura nordestina foi reconhecida com títulos de cidadania pessoense e campinense, além do título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Paraíba.


A história de Oliveira de Panelas é também a história de uma arte que depende da memória, da comunidade e da capacidade de criar no instante. Cada cantoria reúne quem canta e quem escuta numa experiência irrepetível: o verso surge, encontra seu público e passa adiante. É assim que uma tradição segue viva — não como lembrança distante, mas como voz presente.


Hélio Costa.

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

O Brasil venceu, a Nação segue soberana, democrática. Vitória do povo brasileiro

 






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O Mundo, a América Latina, o Brasil, os brasileiros, a Democracia, a soberania de nosso país necessitavam da reeleição do presidente Lula. Aliás, não era justo um dos maiores líderes políticos do mundo, um estadista, perder a mais importante, a mais bela, histórica e última campanha eleitoral de sua trajetória, sobretudo por um adversário que sequer representa a direita. 

O Nordeste ampliou a votação pró-Lula. O presidente, em relação ao 1º turno, conquistou mais 10 milhões e 300 mil votos. O movimento das ruas e a explosão nas redes sociais levaram a esta vitória esmagadora. Os jovens, os trabalhadores, as pessoas idosas, enfim, o eleitorado atendeu ao recado, ao apelo: Salvar o Brasil e os brasileiros, salvar a democracia e a soberania. 

Venceram: Os direitos humanos, os respeito às mulheres, aos idosos, à juventude, às crianças, ao povo brasileiro e latino-americano. 

Os Estados Unidos saibam que o Brasil não é quintal de ninguém. 

Os números dessa eleição dizem mais que palavras. Veja os resultados em João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Patos e Cajazeiras:















sexta-feira, 23 de outubro de 2026

A importância das operadoras, agências de turismo e seus agentes na divulgação da essência de um país




As operadoras e agências de turismo desempenham um papel estratégico na promoção de um país. Mais do que comercializar passagens, hospedagens e roteiros, essas organizações aproximam visitantes dos destinos e contribuem para apresentar a diversidade cultural, histórica, natural e social que caracteriza cada território.


As operadoras estruturam produtos turísticos, articulando serviços, experiências e fornecedores locais. Ao elaborar roteiros que incluem patrimônios históricos, manifestações culturais, gastronomia, paisagens e modos de vida, ajudam a transformar os atrativos de um país em experiências acessíveis e organizadas. Essa atuação também pode fortalecer economias regionais, distribuir o fluxo de visitantes e ampliar a visibilidade de destinos menos conhecidos.


As agências de turismo conectam essas ofertas às necessidades e expectativas dos viajantes. Por meio da orientação, da venda e do acompanhamento, ajudam o público a escolher experiências adequadas e fornecem informações que influenciam a percepção do destino antes, durante e após a viagem. A qualidade desse atendimento é relevante: uma comunicação precisa e contextualizada favorece escolhas conscientes e contribui para uma experiência mais satisfatória.


Nesse processo, os agentes de turismo têm papel central. Seu conhecimento sobre destinos, serviços, culturas e condições de visita permite apresentar o país de forma responsável e informativa. Ao recomendar fornecedores locais, explicar costumes e orientar sobre práticas sustentáveis, esses profissionais ajudam a evitar representações superficiais e a valorizar a autenticidade das comunidades visitadas.


A divulgação da essência de um país exige equilíbrio entre promoção e responsabilidade. Não basta destacar imagens atraentes: é necessário respeitar a identidade dos lugares, evitar estereótipos, reconhecer a diversidade interna e transmitir informações confiáveis. A cooperação com comunidades, órgãos públicos e empresas locais favorece uma promoção mais representativa e distribui melhor os benefícios do turismo.


Portanto, operadoras, agências e agentes são importantes mediadores entre o país e seus visitantes. Quando atuam com conhecimento técnico, sensibilidade cultural e compromisso com a sustentabilidade, contribuem não apenas para atrair turistas, mas também para comunicar a riqueza do destino e fortalecer sua imagem de maneira coerente e duradoura.


Hélio Costa 

Diretor de Comunicação da Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo FEBTUR - PB.


Cruz do Reconhecimento do Mérito da Comunicação Nacional da Câmara Brasileira de Cultura - São Paulo.












quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Protagonismo feminino na imprensa paraibana é documentado em livro




        O protagonismo feminino na imprensa paraibana, vivenciado a partir dos anos 1980, agora está documentado em livro. No dia 3 de dezembro, no Auditório do SENAC, em João Pessoa, será lançada a obra inédita e histórica Mulheres Jornalistas – Trajetórias e Memórias na Imprensa da Paraíba.

        Escrito por trinta e sete jornalistas paraibanas e algumas aqui radicadas, o livro contém 382 páginas e foi idealizado e editado por Josélio Carneiro de Araújo, jornalista e escritor. Ele convidou cada uma das autoras que financiaram a publicação. A impressão pela Editora A União.

Quem assina a ilustração da capa é o renomado artista plástico Flávio Tavares. O fotojornalista Rizemberg Felipe fotografou as protagonistas que estão em 41 páginas coloridas. A diagramação coube a Luis Carlos Kehrle e o professor Francelino Soares Souza assina a revisão textual e finalização editorial. Este é o 15º livro produzido por Josélio Carneiro.  

As jornalistas autoras são:

Ana Lustosa, Andreia Barros, Angelita Lucas, Beth Torres, Célia Chaves, Claudete Andrade, Cleane Costa, Denise Vilar, Eloise Elane, Eugenia Victal, Evanice Gomes, Fábia Carolino, Fátima Farias, Fátima Sousa, Hacéldama Borba, Inise Machado, Janaína Araújo, Janildes Andrade, Juvinete de Lourdes, Karine Tenório, Larissa Pereira, Lilian Moraes, Lúcia Figueiredo, Marcela Gabínio, Marly Lúcio, Messina Palmeira, Naná Garcez, Pollyana Sorrentino, Romye Schneider, Rosa Aguiar, Ruth Avelino, Sandra Paula Amorim, Sílvia Torres, Thamara Duarte, Valéria Sinésio, Walquíria Maria e Zuila David.

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

O Dragão do Mar

 



O Dragão do Mar — cujo nome batiza o famoso Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura em Fortaleza — é o título de heroísmo dado a Francisco José do Nascimento (1839–1914), um marinheiro e jangadeiro nascido em Canoa Quebrada, Ceará.


Em agosto de 1881, liderando os jangadeiros do porto de Fortaleza, ele se recusou a transportar escravizados rumo aos navios negreiros que os levariam para o Sul do país. Com a célebre afirmação de que "no porto do Ceará não se embarcam mais escravos", o movimento fechou as rotas do tráfico interprovincial e acelerou a abolição da escravidão no estado, garantindo ao Ceará o pioneirismo de libertar seus escravizados em 1884 — quatro anos antes da Lei Áurea.


Hoje, além de ser reconhecido como Heroi da Pátria, seu legado vive no coração cultural da capital cearense. O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, inaugurado no final dos anos 1990 na Praia de Iracema, une museus, planetário, cinemas e espaços de convivência, transformando a memória desse líder negro e abolicionista em um ponto de encontro dinâmico para a arte, a história e o orgulho cearense.


Hélio Costa - FEBTUR - PARAÍBA.

sábado, 17 de outubro de 2026

A História de décadas do protagonismo feminino na imprensa paraibana documentada em livro escrito por 37 mulheres jornalistas

 



Para ilustrar o livro ocorreram três ensaios com o fotojornalista Rizemberg Felipe, no Jardim Botânico. No primeiro sábado reunimos 22 jornalistas que nesta foto estão com Josélio Carneiro
Da esquerda para a direita: Sílvia Torres, Lilian Moraes, Juvinete de Lourdes, Inise Machado, Naná garcez, Fátima Farias, Janildes Andrade, Marcela Gabínio, Cleane Costa, Fábia Carolino, Zuila David, Ana Lustoza, Denise Vilar, Fátima Sousa, Hacéldama Borba, Valéria Sinésio, Romie Schneider, Sandra Paula Amorim, Lúcia Figueiredo, Thamara Duarte, Larissa Pereira e Janaína Araújo

 Em dezembro, trinta e sete mulheres jornalistas publicarão um livro inédito e que se tornará histórico na Paraíba. A obra Mulheres Jornalistas – Trajetórias e Memórias na Imprensa da Paraíba, reúne em suas 382 páginas - parte delas com fotografias coloridas – depoimentos carregados de simbolismo que são parte da história do protagonismo feminino na comunicação paraibana.


Registro ainda do primeiro sábado, Rizemberg Felipe com Denise Vilar, Juvinete de Lourdes, Ana Lustoza, Lilian Moraes, Fátima Farias, Lúcia Figueiredo, Thamara Duarte e Fátima Sousa (Mana)


Idealizado e editado pelo jornalista e escritor Josélio Carneiro de Araújo, a coletânea de depoimentos é esperada com grande expectativa pelas 37 autoras e pelos demais profissionais de comunicação de nosso estado e público em geral.


Senas do segundo ensaio: Beth Torres, Messina Palmeira, Rosa Aguiar, Josélio Carneiro, Angelita Lucas, Eloise Elane e Célia Chaves

Beth Torres, Messina Palmeira, Rosa Aguia, Rizemberg Felipe, Angelita Lucas, Eloise Elane, Célia Chaves e Ana Lustoza

O projeto editorial foi iniciado no mês de maio a partir do convite feito às personagens de diversas gerações que escreveram e escrevem sobre democracia, ação social, cultura, economia, educação, saúde, turismo, sindicalismo, política, cidadania, ciência e tecnologia, direitos humanos e tantos outros temas de interesse da sociedade brasileira.


O terceiro ensaio fotográfico foi com Marly Lúcio, Ruth Avelino, Pollyanna Sorrentino, Karine Tenório e Evanice Gomes




Quem também escreve o livro e não puderam estar no Jardim Botânico são as jornalistas Eugenia Victal, Walquíria Maria, Claudete Andrade e Andréia Barros.



Claudete Andrade


Eugenia Victal


Walquíria Maria 


                                                Andréia Barros


Com este livro seleto grupo de jornalistas paraibanas, e algumas aqui radicadas, faz história, resgata não só as memórias dessas profissionais mas décadas da história do jornalismo paraibano.

Confira outro momentos no Jardim Botânico


Jornalistas da Rede Paraíba de Comunicação com Josélio Carneiro: da esquerda para a direita Sílvia Torres, Sandra Paula Amorim, Larissa Pereira e Zuila David, em foto de Cindy Campelo.


Marcela Gabínio, Josélio Carneiro, Naná Garcez, Cleane Costa e Fábia Carolino


Fátima Farias, Fábia Carolino, Lilian Moraes e Janaína Araújo



Fátima Sousa (Mana) Cleane Costa e Janildes Andrade


Rizemberg Felipe e Zuila David


Jornalistas aguardam o ensaio fotográfico no Jardim Botânico, foi um (re) encontro emocionante


Hacélma Borga, Juvinete de Lourdes, Josélio Carneiro e Thamara Duarte


Foto espontânea antes do ensaio oficial


Jornalistas Juvinete de Lourdes, Inise Machado, Thamara Duarte, Lúcia Figueiredo, Ana Lustoza, Janildes Andrade e Denise Vilar


Hacéldama Borba faz a selfie com Janaína Araújo, Josélio Carneiro, Ana Lustoza e Romie Schneider



Postagem da jornalista Cleane Costa em seu Instagram


No na tarde do primeiro ensaio Sandra Paula Amorim, fez live e entrevistou Josélio e Rizemberg sobre o projeto




Assinam a obra o idealizador/editor Josélio Carneiro e as autoras:


ANA LUSTOZA

ANDRÉIA BARROS

ANGELITA LUCAS

BETH TORRES

CÉLIA CHAVES

CLAUDETE ANDRADE

CLEANE COSTA

DENISE VILAR

ELOISE ELANE

EUGÊNIA VICTAL

EVANICE GOMES

FÁBIA CAROLINO

FÁTIMA FARIAS

FÁTIMA SOUSA

HACÉLDAMA BORBA

INISE MACHADO

JANAÍNA ARAÚJO

JANILDES ANDRADE

JUVINETE DE LOURDES

KARINE TENÓRIO

LARISSA PEREIRA

LILIAN MORAES

LÚCIA FIGUEIREDO

MARCELA GABÍNIO

MARLY LÚCIO

MESSINA PALMEIRA

NANÁ GARCEZ

POLLYANA SORRENTINO

ROMYE SCHNEIDER

ROSA AGUIAR

RUTH AVELINO

SANDRA PAULA AMORIM

SÍLVIA TORRES

THAMARA DUARTE

VALÉRIA SINÉSIO

WALQUÍRIA MARIA

ZUÍLA DAVID


Mar Vermelho transforma resíduos do litoral em alerta artístico

Exposição de Cristina Strapação abre em 31 de outubro, na Estação Cabo Branco, e reúne pinturas, documentário, fotografias e instalação com ...