quinta-feira, 18 de junho de 2026

SENAPPEN realiza Cerimônia de Posse de novos Policiais Penais Federais 77 novos servidores passam a integrar o quadro da Polícia Penal Federal

 




Brasília/DF, 18/06/2026 – A Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) realizou, nesta segunda-feira (15), a cerimônia de posse de 77 novos Policiais Penais Federais. Os servidores iniciam, a partir de agora, uma trajetória profissional marcada pelo compromisso com a segurança pública e pela missão de servir ao Brasil.

Realizada em Porto Velho (RO), a solenidade reuniu autoridades, familiares, amigos e convidados para celebrar o ingresso dos novos Policiais Penais Federais à carreira pública. A solenidade contou com a assinatura simbólica do termo de posse, o juramento oficial e a oração do Policial Penal Federal.

Em 2026, o Sistema Penitenciário Federal celebra 20 anos de atuação. A chegada dos novos servidores representa o fortalecimento da política penal brasileira, e a expansão da instituição.

“O órgão recebe novos profissionais qualificados e preparados para atuar no reforço da segurança das unidades penitenciárias federais e na proteção da sociedade brasileira, integrando uma instituição estratégica para o enfrentamento às organizações criminosas”, afirmou o Secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia.

“A gente coroa esse marco de 20 anos com a chegada de policiais penais que ingressam com o propósito de proteger a sociedade brasileira”, declarou o Diretor da Polícia Penal Federal, Marcelo Stona.

Para a Policial Penal Federal, Lidiane Lima, a posse representa a concretização de um importante objetivo profissional.

“É a realização de um sonho. Concluir o curso de formação e, finalmente, integrar a Polícia Penal Federal. Espero contribuir com o trabalho desenvolvido pela instituição ao lado dos meus colegas de farda”, destacou.

Os novos Policiais Penais Federais passam a integrar o quadro da Polícia Penal Federal com a missão estratégica de fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas e contribuir para a manutenção da segurança nas unidades penais federais.

Divisão de Comunicação da SENAPPEN


Eleições 2026 - Cartilha CONDUTAS VEDADAS, da PGE: Dia 4 de julho à meia noite, perfis institucionais deverão ser desativados

 


A partir de zero hora do dia 4 de julho, os perfis institucionais deverão ser desativados, devido vedações da legislação eleitoral. No caso do Governo da Paraíba a Procuradoria-Geral do Estado da Paraíba elaborou e disponibiliza em sua página a Cartilha  – CONDUTAS VEDADAS aos agentes públicos estaduais – eleições 2026.  Divulgamos aqui a Apresentação da cartilha e disponibilizamos o link da publicação.

Link da cartilha:

 https://portal.pge.pb.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/PGE-PB-Cartilha-Condutas-Vedadas-aos-Agentes-Publicos-Estaduais-Eleicoes-2026.pdf

Apresentação

 

A Procuradoria-Geral do Estado da Paraíba, no exercício de sua missão constitucional de prestar consultoria e assessoramento jurídico ao Poder Executivo, apresenta a nova edição da Cartilha de Condutas Vedadas aos Agentes Públicos - Eleições 2026.

O período eleitoral exige da Administração Pública, de forma mais rígida, uma postura de neutralidade e impessoalidade. Mais do que um conjunto de proibições, as normas eleitorais são garantias da própria democracia, zelando para que a vontade do eleitor seja manifestada de forma livre, sem a interferência indevida do poder político ou do uso da máquina estatal.

Esta Cartilha foi estruturada para ser um guia prático e seguro. Nela, gestores e servidores encontrarão orientações claras sobre o que é permitido e o que é vedado, os prazos críticos do calendário eleitoral e as sanções aplicáveis em caso de descumprimento.

Nosso objetivo é orientar os agentes públicos para que a continuidade dos serviços essenciais à população paraibana ocorra em total conformidade com a Lei nº 9.504/1997 e com a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Esta cartilha possui caráter orientativo, não substitui análise jurídica individualizada e deve ser interpretada conforme a legislação vigente e a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral.

A PGE/PB reafirma seu compromisso com a legalidade e a ética na gestão pública. Recomendamos a leitura atenta deste material e colocamos nosso corpo técnico à disposição para sanar dúvidas e oferecer o suporte necessário durante todo o processo eleitoral.

STF prorroga até junho de 2027 regras de distribuição do Fundo de Participação dos Estados

 

Foto: Lia de Paula/Agência Senado

Por unanimidade, Plenário definiu prazo improrrogável para que o Congresso Nacional aprove nova legislação sobre a matéria


Nesta quarta-feira (17), o Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, prorrogou a validade das atuais regras de cálculo, distribuição e controle da liberação dos recursos do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) até 30/6/2027. O prazo, definido na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5069, é improrrogável, e, nesse período, o Congresso Nacional deve aprovar nova legislação sobre a matéria.


A Corte também determinou que o caso seja encaminhado ao Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) da Presidência do STF para buscar uma solução negociada entre União, estados e Distrito Federal quanto à futura forma de distribuição dos recursos. Caso não haja nova lei nem consenso até o prazo fixado, passará a valer automaticamente a sistemática prevista no inciso III do artigo 2º da Lei Complementar (LC) 62/1989, nos moldes compatíveis com os parâmetros constitucionais definidos pelo Tribunal.


Equalização fiscal

O FPE é uma transferência constitucional de recursos da União, formada principalmente por parcelas da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), destinada a reduzir desigualdades regionais e equalizar a capacidade fiscal dos estados e do Distrito Federal. Em unidades federativas com menor arrecadação própria, o fundo representa uma das principais fontes de financiamento das políticas públicas.


Em 2010, o STF declarou inconstitucional o modelo de distribuição previsto na LC 62/1989, que utilizava coeficientes fixos definidos ainda na década de 1980. Para a Corte, o sistema deixava de refletir mudanças na população e na renda dos estados ao longo do tempo, comprometendo a função redistributiva do fundo. Apesar disso, o Tribunal preservou temporariamente as regras então vigentes e concedeu prazo para que o Congresso Nacional elaborasse uma nova disciplina legal.


Em resposta, foi editada a LC 143/2013, que introduziu critérios relacionados à população e à renda domiciliar per capita, mas manteve por longo período parte relevante da distribuição baseada nos coeficientes fixos anteriormente questionados.


Em 2023, ao julgar a ADI 5069, proposta pelo governo de Alagoas, o STF concluiu que a norma reproduziu vícios já apontados em decisões anteriores ao instituir uma transição excessivamente longa para o novo modelo. Por isso, declarou a inconstitucionalidade de dispositivos relativos à correção e ao rateio dos recursos, sem efeito de nulidade para preservar temporariamente seus efeitos, a fim de evitar insegurança jurídica e a interrupção da distribuição do FPE enquanto o Congresso Nacional edita uma nova regulamentação.


Critérios vigentes

Ao defender a prorrogação temporária das regras vigentes, a Advocacia-Geral da União (AGU) explicou nos autos que a sistemática atualmente utilizada decorre da aplicação dos critérios previstos na LC 62/1989, alterada pela LC 143/2013, e de normas editadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para sua operacionalização. O modelo parte de valores de referência calculados para cada unidade da federação e atualizados por indicadores econômicos, como inflação e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Quando os recursos disponíveis superam esses valores de referência, passa a ser aplicada uma segunda etapa de distribuição baseada em fatores que consideram a participação da população e o inverso da renda domiciliar per capita de cada estado, utilizando dados produzidos pelo IBGE e consolidados pelo TCU.


Segundo a AGU, a eventual substituição imediata desse sistema exigiria a revisão simultânea de diversos mecanismos operacionais, normativos e financeiros. Por isso, a União sustentou que a definição de uma nova metodologia envolve elevada complexidade técnica e federativa, recomendando a manutenção temporária do modelo atual até a aprovação de nova legislação pelo Congresso Nacional.


Prazo improrrogável

Ao votar, a ministra Cármen Lúcia destacou que a controvérsia se arrasta há mais de 16 anos sem solução legislativa definitiva. Segundo a relatora, sucessivas prorrogações acabam por esvaziar a eficácia das decisões do Supremo e prolongar um quadro de inconstitucionalidade já reconhecido pela Corte.


A ministra observou que o Congresso Nacional havia solicitado a manutenção das regras atuais até março de 2027. Em petição apresentada ao STF, o presidente do Congresso sustentou que a discussão tem “elevado impacto político-federativo” e que a aprovação de uma nova disciplina exige ampla negociação entre os entes federados, ainda mais difícil em ano eleitoral.


Embora tenha reconhecido as dificuldades apontadas pelo Legislativo, Cármen Lúcia inicialmente propôs um prazo mais curto, até 31 de dezembro de 2026. O ministro Alexandre de Moraes concordou com os fundamentos da relatora, mas observou que a tramitação de uma proposta dessa magnitude seria especialmente difícil no contexto eleitoral. Para ele, a proximidade das eleições e, posteriormente, a renovação das Mesas Diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado reduziriam significativamente a capacidade deliberativa do Congresso no segundo semestre deste ano. Por essa razão, sugeriu a ampliação do prazo até junho de 2027, proposta acolhida pela unanimidade do colegiado.


(Cezar Camilo/CR//CF)

terça-feira, 16 de junho de 2026

Trilha Amigos Policiais Penais da Paraíba fortalece integração e incentiva qualidade de vida

 



A Trilha Amigos Policiais Penais da Paraíba tem se destacado como uma iniciativa voltada à promoção da saúde, do bem-estar e da integração entre servidores da segurança pública, familiares e amigos.

Criado com o objetivo de incentivar hábitos saudáveis e fortalecer os laços de amizade, o projeto reúne participantes em percursos ecológicos realizados em áreas de grande relevância ambiental do estado. A atividade proporciona momentos de lazer, superação e contato direto com a natureza, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e da saúde mental dos envolvidos.

Além da prática esportiva, a trilha busca estimular a conscientização ambiental, o espírito de equipe e a valorização do convívio social, reunindo policiais penais, integrantes de outras forças de segurança e membros da sociedade civil em um ambiente de respeito, cooperação e fraternidade.

A crescente adesão ao projeto demonstra a importância de iniciativas que promovam a saúde física e emocional dos profissionais da segurança pública, reforçando valores como união, disciplina, solidariedade e compromisso com a coletividade.

A organização da Trilha Amigos Policiais Penais da Paraíba agradece a todos os participantes e apoiadores que contribuem para o sucesso do projeto e reafirma o compromisso de continuar realizando ações voltadas ao fortalecimento da qualidade de vida e da integração social.


" Unidos pela farda, movidos pela aventura."


Assessoria de Comunicação - Trilha Amigos Policiais Penais da Paraíba

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Avanço das decisões a partir de algoritmos deve preservar direitos humanos, afirma Fachin

 


                        Fotos:Pedro França/CNJ

Na era dos algoritmos, em que a tecnologia molda comportamentos, organiza fluxos de decisão, distribui oportunidades e condiciona o acesso a direitos e recursos, qual deve ser o papel do Direito Civil? A análise foi apresentada pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, ao ministrar palestra magna na abertura da X Jornada do Direito Civil. Ele participou da abertura do evento na manhã desta segunda-feira (15/6), no Conselho da Justiça Federal (CJF), em Brasília (DF).


Ao abordar o tema “Entre a Tradição Civilista e a Sociedade Algorítmica: uma perspectiva e um panorama”, o ministro traçou uma linha do tempo para demonstrar como cada grande transformação tecnológica ao longo dos séculos gerou novas formas de poder e, consequentemente, novos grupos fragilizados. “A sociedade digital produziu aquilo que podemos chamar de vulnerabilidade algorítmica”, explicou.


Nesse cenário, sistemas automatizados passaram a exercer funções tipicamente institucionais, incluindo processos decisórios que afetam diretamente a vida dos cidadãos. Diante disso, Fachin reforçou que os desafios jurídicos da inteligência artificial (IA) vão além da inovação técnica: eles dizem respeito ao surgimento de novas estruturas de organização social. “O Direito é chamado a reafirmar sua função humanista. Se os algoritmos passaram a desempenhar funções institucionais, sua legitimidade deverá ser aferida à luz dos mesmos valores que justificam toda ordem jurídica democrática: a dignidade da pessoa humana, a igualdade, a liberdade, a responsabilidade e a proteção dos vulneráveis”, defendeu o ministro.


Ele relembrou que o Direito Civil contemporâneo tem como vocação histórica conter as assimetrias de poder. “A tecnologia é instrumento; a pessoa humana permanece sendo o fim”, sublinhou.


Novas fragilidades na era digital


O ministro Fachin ressaltou que a Constituição de 1988 colocou no centro do sistema jurídico os indivíduos em situação de maior fragilidade: crianças, idosos, pessoas com deficiência, consumidores, mulheres vítimas de violência e grupos historicamente discriminados.


Exemplos práticos dessa evolução incluem o Estatuto da Pessoa com Deficiência, o direito à identidade de gênero e a proibição de discriminações por orientação sexual. “O Direito Civil não pode ser instrumento de exclusão ou de reprodução de vulnerabilidades, mas sim de sua redução”, pontuou.


Nesse contexto, a “vulnerabilidade algorítmica” manifesta-se no desamparo de indivíduos submetidos a decisões automatizadas cujos critérios são desconhecidos, incompreensíveis ou inacessíveis. Nesse ponto, o ministro destacou o papel da Lei Geral de Proteção de Dados. “A LGPD representa um dos mais importantes marcos normativos do Direito brasileiro contemporâneo. Sua importância ultrapassa a mera disciplina do tratamento de informações”, afirmou.


Apesar de reconhecer o tamanho dos desafios estruturais, Fachin ponderou que a inteligência artificial também traz benefícios extraordinários, como a democratização do conhecimento, a ampliação do acesso à Justiça e o suporte à atividade dos juízes. “O Direito não deve combater a inovação. O verdadeiro desafio consiste em assegurar que a tecnologia permaneça subordinada aos valores humanos. Jamais o contrário. A máquina é meio. O ser humano continua sendo o fim”, assegurou.


Atualização do Código Civil


Antes da palestra de Fachin, a mesa de abertura da X Jornada contou com a presença do presidente do CJF e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, e do vice-presidente do STJ, ministro Luis Felipe Salomão, entre outras autoridades.


Ao longo de dois dias (15 e 16 de junho), os participantes debaterão temas essenciais para atualizar o Direito Civil brasileiro diante de inovações legislativas e da evolução da jurisprudência dos tribunais superiores. No total, serão avaliadas 193 propostas de enunciados, selecionadas entre 940 enviadas.


Os debates coincidem com o processo de reforma do Código Civil no Senado Federal. A iniciativa busca modernizar o sistema normativo nacional, aprimorar a técnica legislativa e adequar institutos tradicionais às novas demandas sociais, econômicas e tecnológicas do país.


Texto: Margareth Lourenço

Edição: Beatriz Borges

Revisão: Caroline Zanetti

Agência CNJ de Notícias

sábado, 13 de junho de 2026

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Governador Lucas Ribeiro abre 42º Salão do Artesanato Paraibano e assina crédito de R$ 800 mil para fortalecer setor

















Secom-PB

Fotos: José Marques

O governador Lucas Ribeiro abriu, nesta quinta-feira (11), em Campina Grande, a 42ª edição do Salão do Artesanato Paraibano e assinou o Termo de Investimento do programa Empreender PB, que vai disponibilizar uma linha de crédito de R$ 800 mil para artesãos participantes do evento. A edição traz a maior estrutura da história, com 6 mil metros quadrados, reunindo cerca de 500 expositores. O investimento é de mais de R$ 2,7 milhões. 


O governador destacou que o Salão funciona como uma grande vitrine da produção artesanal paraibana. “Esse Salão é uma vitrine para aquilo que a Paraíba produz de melhor. São quase 30 dias apresentando nossa cultura, nossa criatividade e o talento do povo paraibano. Mais do que um evento, essa é uma política pública que gera emprego, renda e transformação social na vida das pessoas. O Governo da Paraíba investe na capacitação dos artesãos, abre novos mercados e fortalece o setor porque entende a importância econômica e cultural do artesanato para o nosso estado”, afirmou o governador. 


Presidente de Honra do Programa do Artesanato Paraibano (PAP), Camila Mariz destacou que a realização do Salão dá continuidade ao legado deixado pela ex-primeira dama Ana Maria Lins. “Hoje é uma noite de celebração, mas também de responsabilidade. Carregamos o legado de quem construiu esse programa com muito trabalho e proximidade com os artesãos. O nosso compromisso é continuar ampliando oportunidades, fortalecendo essa política pública e fazendo com que cada artesão se sinta valorizado e representado neste espaço”, destacou. 


Com o tema “Bonecas de Pano – Arte de Viver, Vida de Brincar”, a edição homenageia artesãs bonequeiras de diferentes municípios paraibanos e reforça o papel do artesanato como instrumento de preservação da cultura, geração de renda e inclusão social.


A artesã bonequeira Arinha Ferreira Gomes, de João Pessoa, há mais de 40 anos produz bonecas de pano. Participando pela primeira vez do Salão em Campina Grande, ela comemorou o reconhecimento. “Está sendo maravilhoso porque é uma maneira de sermos homenageadas e de dar credibilidade ao que fazemos. Não é só vender uma peça. A gente deposita amor, carinho, dedicação e muito trabalho em cada boneca. Fiquei encantada com a estrutura, que está mais ampla e acolhedora”, relatou. 


Além da exposição e comercialização de peças, o evento reúne gastronomia regional, apresentações culturais e espaços onde os visitantes acompanham de perto o trabalho dos artesãos. O artesanato paraibano também possui reconhecimento internacional por meio do Selo de Excelência da Unesco, concedido a peças que atendem aos mais elevados padrões de qualidade artesanal. 


A gestora do Programa do Artesanato Paraibano (PAP), Marielza Rodriguez, destacou que a edição deste ano representa um marco na história do evento. “Em mais de 20 anos de Salão, esta é a maior edição que já realizamos. São mais de seis mil metros quadrados de estrutura construídos a partir de um trabalho coletivo, que envolveu diversas secretarias e parceiros. O mais importante é ver a confiança dos artesãos no programa, participando de um processo transparente e acreditando em uma política pública que valoriza o artesanato e transforma vidas”, afirmou. 


Durante a abertura, o governador assinou o Termo de Investimento do Empreender Artesanato, ampliando o apoio do Governo do Estado aos trabalhadores do setor. Serão disponibilizadas 100 vagas por meio de uma linha de crédito específica para artesãos participantes do 42º Salão do Artesanato Paraibano, totalizando um investimento de R$ 800 mil para fortalecimento dos pequenos negócios e ampliação da produção. 


Histórico - Criado em 2004, o Salão do Artesanato Paraibano tornou-se uma das principais vitrines da economia criativa do estado. Ao longo de suas 42 edições, o evento passou de 40 mil visitantes e R$ 154 mil em vendas na estreia para picos superiores a 220 mil visitantes e mais de R$ 4 milhões em negócios, consolidando-se como um importante instrumento de geração de emprego, renda e valorização da cultura paraibana.

Livro reúne entrevistas com dezenas de mulheres jornalistas

  O livro Protagonismo Feminino – Trajetórias e Memórias de Jornalistas na Paraíba , com lançamento previsto para novembro, no Centro Cu...