terça-feira, 30 de junho de 2026

CNJ inicia agenda de visitas ao TJPB com foco em grupos reflexivos


Nesta quarta-feira (1º), tem início uma agenda de visitas técnicas de representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ao Tribunal de Justiça da Paraíba. A agenda de três dias visa fortalecer as políticas de enfrentamento à violência contra a mulher. A programação integra a estratégia nacional e iniciativas de Grupos Reflexivos e Responsabilizantes para Homens Autores de Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres (GRH), aprovada pelo Grupo de Trabalho instituído pela Portaria da Presidência do CNJ nº 465/2025.


As visitas têm como objetivo fomentar a consolidação e a expansão qualificada dos GRHs em todo o país, promovendo o intercâmbio de experiências exitosas e contribuindo para a construção de referenciais metodológicos, organizacionais e institucionais que possam orientar tribunais em fase de implantação ou aperfeiçoamento de seus programas. 


De acordo com a coordenadora da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJPB, juíza Graziela Queiroga, a visita representa o reconhecimento nacional do trabalho desenvolvido pelo TJPB. A magistrada pontuou que a Coordenadoria da Mulher do TJPB integra o Grupo de trabalho do CNJ e receberá a comitiva, composta por 12 pessoas.


“A visita técnica do CNJ tem como foco principal conhecer, avaliar e divulgar as experiências da Paraíba no enfrentamento à violência doméstica contra a mulher, especialmente os Grupos Reflexivos para Homens Autores de violências e a apresentação da implementação da certidão automática nos processos envolvendo a temática da Violência doméstica e também de Família”, destacou a magistrada.


A comitiva é formada pela Conselheira do CNJ, desembargadora Jaceguara Dantas; da juíza auxiliar da presidência do CNJ, Suzana Massako, e demais integrantes do Conselho Nacional de Justiça.


Grupo de Trabalho - O GT foi instituído pelo CNJ com a finalidade de estabelecer parâmetros e diretrizes nacionais unificadas para o funcionamento dos Grupos Reflexivos e Responsabilizantes, promovendo a responsabilização e a mudança de comportamento dos autores de violência, em consonância com os princípios da Lei Maria da Penha.


Entre suas atribuições estão o mapeamento das experiências desenvolvidas no país, a identificação de modelos consolidados de atuação e a formulação de recomendações para fortalecer a articulação dos grupos com a rede de proteção e atendimento às mulheres.


Grupos Reflexivos - Os grupos reflexivos atuam na reeducação de homens autores de violência doméstica. O funcionamento está disciplinado nos artigos 35 e 45 da Lei Maria da Penha (11.340/06). Eles têm como foco romper o ciclo de violência, desconstruir o machismo e prevenir a reincidência através de encontros focados em responsabilidade, gênero e relações, atuando como medida protetiva de urgência ou parte da sentença.


Por Fernando Patriota com informações do CNJ

TJPB lança concurso de fotografia para destacar olhares sobre sustentabilidade

 



A criatividade, a sensibilidade e o olhar atento para o mundo ao nosso redor ganham protagonismo no concurso de fotografia “Olhares da Sustentabilidade”. A iniciativa do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) pretende mobilizar servidores(as) e magistrados(as) em torno de um tema atual, necessário e inspirador. As inscrições já estão abertas e seguem até o dia 19 de julho. Veja o edital

Acesse aqui a ficha de inscrição 

É importante informar o link de acesso à fotografia, que deverá estar previamente hospedada em um serviço de armazenamento em nuvem (Google Drive, OneDrive ou similar). O candidato deve ficar atento para garantir que o link da fotografia esteja configurado com acesso compartilhado (público ou "qualquer pessoa com o link pode visualizar"), permitindo que a comissão organizadora realize o download do arquivo para fins de triagem e avaliação.

Não serão aceitas fotografias enviadas por e-mail ou por qualquer outro meio diverso do formulário oficial, nem aquelas cujos links de acesso estejam restritos ou corrompidos no momento da triagem.

Dimensões da sustentabilidade - Promovido pela Unidade de Sustentabilidade, em parceria com o Laboratório de Inovação e a Associação de Magistrados da Paraíba, o concurso convida os participantes a explorarem, por meio da fotografia, as múltiplas dimensões da sustentabilidade indo além da perspectiva ambiental e incorporando também aspectos sociais, econômicos e humanos.

Serão aceitas fotografias que contemplem a natureza, revelem conexões e evidenciem impactos, traduzindo, com criatividade e sensibilidade, como a sustentabilidade se manifesta no cotidiano. A iniciativa busca valorizar diferentes percepções e incentivar uma reflexão mais profunda sobre as relações entre pessoas, ambiente e futuro.

Um dos destaques do concurso é o conceito de sustentabilidade dimensional, que estimula uma visão integrada do tema. Isso implica compreender que a preservação ambiental está diretamente conectada ao desenvolvimento responsável, ao bem-estar social e à responsabilidade coletiva - dimensões interdependentes que moldam o presente e o futuro.

Premiação - Além do reconhecimento institucional, os participantes concorrem à premiação em dinheiro. O primeiro lugar ganhará R$ 1.000,00; o segundo, R$ 500,00; e o terceiro, R$ 250,00. As 10 melhores imagens também serão selecionadas para compor uma exposição especial promovida pelo Tribunal.

O processo de escolha contará com avaliação técnica e votação popular, ampliando o engajamento da comunidade interna e valorizando diferentes olhares sobre o tema.

Por Nice Almeida

Uma pessoa é presa em João Pessoa em operação para reprimir a exploração sexual infantojuvenil


Ação é parte do esforço nacional no combate a esses crimes

João Pessoa/PB – Na manhã desta terça-feira (30/06), a Polícia Federal deflagrou a Operação Guardião Digital XIII, com o objetivo de reprimir práticas criminosas consistentes no armazenamento de imagens e vídeos com conteúdo de abuso sexual infantojuvenil.

A ação operacional consistiu no cumprimento de UM mandado de busca e apreensão, na cidade de João Pessoa, expedido pela Justiça Estadual da Paraíba, bem como na determinação judicial de quebra do sigilo telemático do investigado. No curso da ação, uma pessoa foi presa em flagrante por armazenar imagens com exploração sexual de crianças.

A operação integra o conjunto de medidas estratégicas voltadas à repressão qualificada de delitos que atentam contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes, observando rigorosamente os preceitos normativos vigentes e os fundamentos constitucionais do princípio da proteção integral, consagrado no ordenamento jurídico brasileiro e reafirmado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

Embora o termo "pornografia" ainda seja utilizado em nossa legislação (art. 241-E da Lei nº 8.069, de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente) para definir "qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais", a comunidade internacional entende que o melhor nessas situações é referir-se a crimes de "abuso sexual de crianças e adolescentes" ou mesmo "violência sexual de crianças e adolescentes", pois a nomenclatura ajuda a dar dimensão da violência infligida nas vítimas desses crimes tão devastadores.

Além disso, a Polícia Federal alerta aos pais e aos responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar seus filhos no mundo virtual e físico, protegendo-os dos riscos de abusos sexuais. Conversar abertamente sobre os perigos do mundo virtual, explicar como utilizar redes sociais, jogos e aplicativos de forma segura e acompanhar de perto as atividades online dos jovens são medidas essenciais de proteção. Estar atento a mudanças de comportamento, como isolamento repentino ou segredo em relação ao uso do celular e do computador, pode ajudar a identificar situações de risco. É igualmente importante ensinar às crianças e adolescentes como agir diante de contatos inadequados em ambientes virtuais, reforçando que podem e devem procurar ajuda. A prevenção é a maneira mais eficaz de garantir a segurança e o bem-estar de crianças e adolescentes, e a informação continua sendo um instrumento capaz de salvar vidas.

 

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba

WhatsApp: (83) 3565 8690

e-mail: cs.srpb@pf.gov.br

www.gov.br/pf

Governo Federal inicia nova fase do Programa Celular Seguro com envio de mensagens a regiões com maiores índices de furto e roubo de celulares



Comunicações orientam usuários sobre cadastro de pessoas de confiança, consulta ao IMEI e registro de ocorrências no Banco Nacional de Celulares com Restrição


O Governo Federal iniciou, nesta sexta-feira (26), uma nova fase do Programa Celular Seguro com o envio de mensagens a usuários de regiões que concentram os maiores índices de furto e roubo de celulares no País. A comunicação orienta sobre o cadastro de pessoas de confiança para agir em caso de roubo ou furto do aparelho.

As mensagens também destacam a importância de consultar o IMEI (número de registro do celular) antes da compra de um aparelho e informam sobre a possibilidade de registrar ocorrências no Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR) em caso de roubo, furto ou outros eventos relacionados ao dispositivo.

Como medida de transparência e de combate à desinformação, esta nota publicada no portal do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) funciona como ferramenta de verificação. Ao receber a comunicação, o cidadão pode consultar o ambiente oficial para confirmar sua autenticidade.


Segurança das mensagens


Para prevenir fraudes, o Governo Federal reforça que suas comunicações nunca contêm links abertos para cliques, apenas botões ao final das mensagens.

O usuário deve desconfiar de qualquer mensagem recebida fora da plataforma Gov.br que solicite acesso para verificar saldos, atualizar dados ou fornecer informações pessoais.

O Governo do Brasil também não solicita dados como CPF e endereço nem realiza cobranças ou pedidos de pagamento por WhatsApp.

A autenticidade das comunicações é garantida pelo selo azul de conta verificada do Governo do Brasil no WhatsApp e pelo envio da mesma mensagem à Caixa Postal do aplicativo Gov.br.

sábado, 27 de junho de 2026

Edital seleciona magistradas para intercâmbio sobre liderança feminina



Para que as instituições de Justiça reflitam de maneira mais democrática a sociedade brasileira, uma iniciativa busca ampliar as oportunidades de formação e fortalecer lideranças femininas no sistema de Justiça. O programa Caminhos para Liderança de Mulheres na Justiça, https://www.mulheresnajustica.com.br/ apoiado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), reunirá magistradas, promotoras, procuradoras e defensoras públicas de todo o país em uma jornada de dez meses voltada ao desenvolvimento de competências de gestão, articulação institucional e tomada de decisão.


As inscrições terminam na próxima terça-feira (30/6) e, para participar da seleção, as candidatas devem apresentar carta de motivação, currículo atualizado e carta de referência. O formulário está disponível no portal mulheresnajustica.com.br.


O projeto dialoga com o curso Women Judges Program – Judicial Training & the Brazilian Judiciary, realizado em abril pelo CNJ, que reuniu magistradas e especialistas nacionais e estrangeiras para discutir liderança feminina e participação das mulheres nos espaços de decisão. Na ocasião, o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, destacou que a representatividade no Judiciário não deve ser vista como um valor apenas simbólico, mas elemento essencial para a construção de decisões mais justas e conectadas à realidade social. “A diversidade amplia a compreensão da realidade social e qualifica a prestação jurisdicional. Um Judiciário que incorpora diferentes perspectivas entende melhor a sociedade”, afirmou.


Fortalecimento da participação

Dados sobre a participação feminina na Justiça revelou que a participação das mulheres vai sendo reduzida à medida que se aproximam dos espaços de maior poder e decisão. Elas representam 38% da magistratura nacional; sendo que no primeiro grau, as juízas titulares correspondem a 39% do quadro, mas no segundo grau, o percentual cai para 18%. Em alguns estados, não há nenhuma desembargadora ocupando vaga na segunda instância.


Como parte desse movimento, o CNJ instituiu a paridade de gênero de 40% por meio da Resolução nº 525/2023, que estabelece a política de alternância de gênero no preenchimento de vagas de promoção para a segunda instância. Desde a implementação da medida, pelo menos 70 magistradas chegaram aos tribunais de segundo grau.


É nesse contexto, marcado por desigualdades de gênero e raça, que o Programa Caminhos para a Liderança de Mulheres na Justiça, promovida pela JUSTA, pelo Fórum Justiça e pela THEMIS – Gênero, Justiça e Direitos Humanos, pretende contribuir para a transformação da cultura institucional e ampliar a presença feminina em posições estratégicas do sistema de Justiça.


Para a juíza auxiliar da presidência do CNJ, Camila Pullin, fortalecer a presença feminina nos espaços de liderança da Justiça brasileira é um passo fundamental para garantir maior pluralidade nos processos de decisão. “Ampliar a participação das mulheres nos processos decisórios é garantir maior diversidade de olhares. São elas que vivenciam, na prática, os obstáculos à ascensão profissional e que podem multiplicar o conhecimento adquirido em seus tribunais, contribuindo para transformar a cultura institucional”, afirmou.


Sobre o curso

Ao todo, serão selecionadas 30 participantes integrantes do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública, tanto da esfera estadual quanto da federal. A seleção buscará contemplar a diversidade regional, étnico-racial e profissional do país, além de valorizar experiências de gestão, atuação associativa e interação com a academia ou com a sociedade civil.


A programação terá início em agosto de 2026 e seguirá até maio de 2027. O percurso formativo combina encontros presenciais, atividades virtuais e experiências de intercâmbio nacional e internacional. Os dois primeiros encontros presenciais ocorrerão em agosto e setembro, divididos em grupos de 15 participantes. Em seguida, serão realizados encontros virtuais mensais ao longo do segundo semestre de 2026.


Entre os diferenciais da iniciativa estão as jornadas de estudos internacionais previstas para março e abril de 2027. O programa também oferecerá mentorias com lideranças dos setores público, privado e da sociedade civil, abordando temas como governança institucional, gestão de impacto e comunicação pública. Outro eixo de atuação será a construção de redes de cooperação por meio do diálogo com associações e instituições nacionais e internacionais.


A escolha das participantes ficará a cargo de um Comitê de Especialistas formado por representantes do Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública, da academia e da sociedade civil, com integrantes das cinco regiões brasileiras.


A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente no que diz respeito à igualdade de gênero, à redução das desigualdades e ao fortalecimento das instituições.


Texto: Regina Bandeira

Edição: Beatriz Borges

Agência CNJ de Notícias

STF invalida regra da Paraíba que fixava reajustes automáticos em propostas orçamentárias




Por unanimidade, Corte considerou que o Legislativo estadual invadiu competência privativa do chefe do Poder Executivo no controle do orçamento


Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou dispositivo da Constituição do Estado da Paraíba que previa reajustes automáticos nas propostas orçamentárias anuais para os Poderes e os órgãos autônomos estaduais. A decisão foi tomada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7868, na sessão plenária virtual encerrada em 19/6.


Correção monetária


A norma, incluída pela Emenda Constitucional estadual 61/2025, de iniciativa da Assembleia Legislativa, determinava que o orçamento anual do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública e do Tribunal de Contas estadual correspondessem aos valores aprovados para o exercício em curso acrescidos de correção monetária. Também previa que, quando o crescimento da arrecadação estadual de impostos sem destinação específica superasse o índice oficial de correção, o percentual mais elevado seria utilizado para reajustar as propostas orçamentárias dos órgãos.


Na ação, o governador da Paraíba argumentou que a regra restringia a elaboração da proposta orçamentária pelo Poder Executivo e criava um mecanismo que assegurava reajustes mesmo em cenários de queda de arrecadação. A medida, segundo o governador, comprometeria o planejamento das contas públicas e a responsabilidade fiscal. A Assembleia Legislativa, por seu lado, sustentou que a emenda constitucional apenas instituiu um parâmetro mínimo de correção inflacionária, a fim de resguardar a autonomia financeira dos demais Poderes e preservar o equilíbrio institucional.


Invasão de competência

O relator, ministro Dias Toffoli, observou que a Constituição Federal atribui ao chefe do Poder Executivo a iniciativa das leis orçamentárias, e essa competência também deve ser observada nos estados. Segundo ele, a emenda constitucional paraibana retirou a participação do governador em matéria que lhe é reservada pela Constitução Federal, violando o princípio da separação dos Poderes.


Toffoli também destacou que a norma criou uma vinculação permanente para reajustes futuros dos orçamentos, com critérios previamente definidos para a destinação de recursos públicos. Para o relator, esse modelo limita a liberdade de escolha do Executivo estadual na elaboração das propostas orçamentárias e contraria regras constitucionais que disciplinam a gestão e a alocação de receitas públicas.


(Cezar Camilo/AS//CF)

quinta-feira, 25 de junho de 2026

SEGURANÇA PÚBLICA - Grupo de Trabalho do MJSP vai monitorar violência contra jornalistas no processo eleitoral de 2026



Primeira reunião do GT Eleitoral definiu estratégias de acompanhamento e prevenção de violações


Brasília, 25/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), realizou, na quarta-feira (24), a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) Eleitoral do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais.

A iniciativa marca o início das atividades do grupo, criado para analisar casos e padrões de violência contra profissionais da imprensa durante o período eleitoral e formular recomendações voltadas ao fortalecimento da proteção e da liberdade de imprensa no contexto das eleições gerais de 2026.


O Observatório foi criado em 2023 para monitorar casos de violência contra jornalistas e comunicadores sociais, apoiar investigações, produzir dados e sugerir políticas públicas voltadas à garantia do exercício da atividade jornalística. O colegiado reúne representantes do governo federal e da sociedade civil em uma atuação conjunta de prevenção e enfrentamento às violações contra profissionais da comunicação.


A criação do GT ocorre diante do aumento de registros de violência contra jornalistas em períodos eleitorais. O grupo terá a missão de produzir diagnósticos, sistematizar informações sobre ocorrências e elaborar recomendações institucionais para prevenir, mitigar e encaminhar casos de violência física, digital, judicial e simbólica relacionados à cobertura eleitoral.


A secretária nacional de Justiça, Maria Rosa Loula, destaca a importância da iniciativa para a defesa da democracia e da liberdade de imprensa. “Proteger jornalistas e comunicadores é proteger a democracia. Toda tentativa de intimidar quem informa é também uma tentativa de limitar o direito da sociedade de saber, debater e escolher livremente”, afirma.


Segundo a secretária, o novo grupo representa um avanço na atuação do Observatório diante dos desafios do próximo ciclo eleitoral.

“O período eleitoral exige atenção especial, porque é quando a atividade jornalística exerce papel fundamental para a democracia. Nosso objetivo é fortalecer os mecanismos de prevenção, acompanhamento e resposta aos casos de violência”, ressalta.


O grupo contará com representantes do Governo Federal e da sociedade civil, além de instituições convidadas, como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Defensoria Pública da União (DPU), o Ministério Público Federal (MPF) e outras entidades que atuam na proteção da liberdade de imprensa e no fortalecimento da democracia.


Cenário eleitoral


Estudos e monitoramentos realizados por entidades especializadas apontam que os períodos eleitorais concentram episódios de hostilidade contra jornalistas e comunicadores sociais. Entre as principais ocorrências estão campanhas de desinformação, assédio coordenado nas redes sociais, agressões verbais e físicas, tentativas de intimidação e ações judiciais usadas para constranger o exercício da atividade jornalística.


Nesse contexto, o GT Eleitoral atuará na identificação de padrões de violência, no acompanhamento de casos e na articulação institucional para fortalecer mecanismos de prevenção e resposta durante as eleições de 2026.


As denúncias recebidas pelo Observatório são registradas por meio da plataforma Fala.Br, canal oficial do Governo Federal para recebimento de manifestações da sociedade.


Confira o passo a passo para registrar denúncia no Fala.Br


Jornalistas e comunicadores sociais que sofrerem violência no exercício da profissão podem registrar denúncia por meio da plataforma Fala.Br.


1. Acesse o sistema


• No navegador do computador, digite https://falabr.cgu.gov.br

• Na tela inicial, selecione a opção “Cidadãos” para registrar denúncia, manifestação ou reclamação


2. Faça o relato


• No campo próprio, registre o relato de forma clara e objetiva, com todas as informações necessárias para análise

• É possível anexar documentos de texto (.pdf, .doc, .docx, .txt), imagens (.jpeg, .jpg, .png, .bmp), planilhas (.xls, .xlsx) e arquivos multimídia (.mp3, .mp4), até o limite de 30 MB

• Clique em “Avançar”


3. Selecione o tipo e o assunto


• O sistema poderá sugerir automaticamente o tipo de manifestação (Denúncia, Reclamação ou Solicitação)

• Escolha o tipo adequado

• Selecione a esfera: ESFERA FEDERAL

• Digite “MJSP” e selecione “MJSP – Ministério da Justiça e Segurança Pública”

• Escolha o assunto “Denúncia de crime”

• Clique em “Avançar”


4. Informe o local


• Se possível, indique estado e município onde ocorreu o fato

• O preenchimento é opcional, mas contribui para o tratamento da demanda e produção de estatísticas

• O campo “Serviço do Órgão” não precisa ser preenchido

• Clique em “Avançar”


5. Informe os envolvidos


• Sempre que possível, informe dados como nome, CPF, órgão e função exercida

• Clique em “Avançar”


6. Revise e finalize


• Revise todas as informações registradas

• Anexe documentos complementares, como fotos, vídeos, capturas de tela e outros elementos de prova

• Clique em “Finalizar”


7. Guarde o protocolo


• Após a conclusão, o sistema gerará um número de protocolo

• O código permite acompanhar o andamento da manifestação e receber atualizações sobre o tratamento da denúncia

sexta-feira, 19 de junho de 2026

SISTEMA PENAL Novos Especialistas Federais tomam posse e reforçam atuação no Sistema Penitenciário Federal



Profissionais passam a atuar no fortalecimento da assistência e no apoio às atividades de segurança nas unidades federais


Brasília/DF, 19/06/2026 -  A Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) realizou, nesta terça-feira (16), a cerimônia de posse dos novos Especialistas Federais em Assistência à Execução Penal, na Sede da SENAPPEN em Brasília (DF). 


O cargo de especialista opera um papel fundamental no Sistema Penitenciário Federal (SPF), atuando no fortalecimento das áreas de saúde, educação, assistência social, entre outras atividades essenciais ao funcionamento das unidades. O trabalho desses profissionais contribui diretamente para a manutenção de um modelo que alia segurança, legalidade e assistência, reforçando a missão institucional de isolar lideranças criminosas e presos de alta periculosidade, em benefício da segurança pública. 


O Secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia, falou sobre a função estratégica de especialistas e técnicos no SPF, e como contribuem para a atuação e garantia da segurança junto aos Policiais Penais Federais (PPF).


“Os Especialistas Federais em Assistência à Execução Penal que ingressam neste momento exercem uma atividade de extrema relevância, com impacto direto na segurança e na produção de inteligência do sistema. O trabalho desses profissionais gera efeitos significativos para a sociedade”, declarou o Diretor da Polícia Penal Federal, Marcelo Stona.


Para a Especialista Federal em Assistência à Execução Penal, Railine Tamise, a posse representa a realização de um importante objetivo profissional.


“É a concretização de um grande sonho. Me preparei e me especializei para chegar até este momento, e hoje me sinto pronta para contribuir com o sistema”, destacou. 


Os novos Especialistas Federais em Assistência à Execução Penal passam a integrar o quadro da Polícia Penal Federal com a missão estratégica de fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas e contribuir para a manutenção da segurança nas unidades penais federais.


Divisão de Comunicação da SENAPPEN

INTELIGÊNCIA PENAL - SENAPPEN participa da regulamentação da REDCOPEN e amplia articulação internacional




Iniciativa reforça a integração do Brasil e fortalece ações conjuntas no enfrentamento ao crime organizado


Brasília/DF, 19/06/2026 - A Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), por meio do Diretor de Inteligência Penal, Antônio Glautter de Azevedo Morais, participou da assinatura do memorando de regulamentação da Rede de Cooperação Penitenciária (REDCOPEN), realizada na última quinta-feira (11), em Assunção, no Paraguai. Na ocasião, o diretor representou o Ministro da Justiça e Segurança Pública.


Criada em 2019, a REDCOPEN ainda não possuía estrutura formal definida. Com a regulamentação, a rede passa a contar com instâncias de governança, como o comitê estratégico, composto por autoridades políticas, entre elas ministros e secretários. A estrutura também inclui o comitê executivo, que é responsável pela condução das ações operacionais.


A rede reúne 15 países da América do Sul, além de países associados da América Central. Com a nova estrutura, o Brasil passa a integrar o Comitê Executivo, por meio da Diretoria da Inteligência Penal (DIPEN), ao lado da Argentina, Paraguai, Peru e Colômbia.


A participação brasileira na REDCOPEN fortalece a atuação da SENAPPEN no campo da articulação internacional e contribui para o aprimoramento das políticas penais, fortalecimento da inteligência penitenciária e o enfrentamento qualificado ao crime organizado.


Divisão de Comunicação da SENAPPEN

quinta-feira, 18 de junho de 2026

SENAPPEN promove webinário sobre tecnologia e inovação na execução penal contemporânea




Debate reúne especialistas para discutir os impactos da transformação tecnológica no sistema prisional


Brasília/DF, 18/06/2026 - A Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), por meio da Revista Brasileira de Execução Penal (RBEP), realizará no dia 26 de junho, às 14h, o webinário com o tema _O uso da tecnologia e da inovação no contexto da execução penal contemporâne_a. O evento será transmitido pela plataforma Microsoft Teams e reunirá especialistas para debater os impactos da transformação tecnológica no campo da execução penal, da inteligência institucional, da capacitação e da produção científica.


A iniciativa integra as ações da RBEP voltadas ao estímulo da produção científica e à qualificação do debate acadêmico e da organização da edição Tecnologia e inovação na execução penal, que será publicada no segundo semestre de 2026.


O público-alvo do evento inclui trabalhadores nos serviços penais, gestores do sistema de justiça e da execução penal, pesquisadores(as), estudantes de graduação e pós-graduação, além de demais pessoas interessadas na temática.


A programação contará com a participação de Antônio Glautter de Azevedo Moraes, Diretor de Inteligência Penitenciária, que apresentará o painel O uso da tecnologia e da inovação na inteligência penal brasileira, abordando as transformações tecnológicas aplicadas à inteligência no sistema prisional.


Também participará Patrícia de Sá Freire, doutora em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina, com a apresentação do painel A produção científica e a capacitação na era da Inteligência Artificial, trazendo reflexões sobre os desafios e as  possibilidades da inteligência artificial para a formação profissional e a construção do conhecimento científico.


A mediação será conduzida por Márcia Aiko Tsunoda, perita criminal da Polícia Federal.


O webinário representa uma oportunidade para aprofundar o debate sobre os desafios contemporâneos da execução penal e compreender como a inovação e as novas tecnologias vêm transformando práticas institucionais, processos de capacitação e estratégias de produção de conhecimento.


Participe e acompanhe essa discussão.


Serviço:


Link para inscrição: 5º Seminário Online - Revista Brasileira de Execução Penal


Link da transmissão:  https://teams.microsoft.com/meet/273008229719114?p=icwraH6N4KBZSNueLa 


Informações: rbep@mj.gov.br


Divisão de Comunicação da SENAPPEN

Feminicídios caem 11,45% em abril e maio de 2026, aponta levantamento do MJSP




Dados mostram redução em comparação com o mesmo período de 2025; resultado coincide com ações do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio e da Operação Mulher Segura


Brasília, 18/06/2026 – Levantamento consolidado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) aponta uma redução de 11,45% nos casos de feminicídio registrados nos meses de abril e maio de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado.


Os dados mostram que o país passou de 262 vítimas nos dois meses de 2025 para 232 em 2026, o que representa 30 mulheres a menos assassinadas em razão da condição de gênero no período analisado.


A redução foi ainda mais expressiva em abril. O número de vítimas caiu de 142 para 108 casos, uma diminuição de 23,94% em relação ao mesmo mês de 2025. Em maio, foram registrados 124 feminicídios, frente aos 120 contabilizados no mesmo período do ano anterior.


O resultado é observado nos primeiros meses de implementação do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado pelo Governo Federal em fevereiro deste ano, e durante a ampliação das ações integradas de prevenção e repressão à violência contra a mulher conduzidas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.


Para o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, os dados reforçam a importância da atuação articulada entre os diversos órgãos envolvidos na proteção das mulheres.


“Cada feminicídio representa uma tragédia irreparável para famílias, comunidades e para toda a sociedade brasileira. Por isso, o enfrentamento à violência contra a mulher é uma prioridade permanente do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A redução registrada nesse período demonstra que a integração entre União, estados, municípios e sistema de Justiça pode produzir resultados concretos quando colocamos a proteção das mulheres no centro das políticas públicas”, comenta.


O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, destaca que o enfrentamento à violência de gênero exige atuação permanente e integrada em todo o território nacional.


“A redução observada em abril e maio é um sinal importante de que estamos avançando, mas o desafio continua sendo enorme. O feminicídio é a expressão mais extrema de um ciclo de violência que precisa ser interrompido antes que a tragédia aconteça. Por isso, estamos fortalecendo a integração entre as forças de segurança, ampliando ações preventivas, qualificando investigações e reforçando a proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade. Salvar vidas exige presença do Estado, coordenação e ação contínua”, afirma.


Operação Mulher Segura

Uma das principais iniciativas em curso é a segunda edição da Operação Mulher Segura, coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e realizada em parceria com o Ministério das Mulheres, a Polícia Rodoviária Federal, as secretarias estaduais de segurança pública, polícias civis, militares, penais, corpos de bombeiros e guardas municipais.


Lançada em 1º de junho, a operação seguirá até dezembro de 2026 e tem como foco o enfrentamento à violência contra a mulher e a prevenção ao feminicídio.


Nos primeiros 15 dias desta nova fase, a operação já contabilizou:

* 630 prisões relacionadas à violência contra a mulher;

* 218 ações educativas presenciais;

* 95 ações educativas em mídias sociais;

* 12.452 pessoas alcançadas em atividades presenciais de prevenção;

* mais de 2 mil mulheres atendidas pelas redes de proteção e acolhimento.


A atual edição sucede a primeira Operação Mulher Segura, realizada entre fevereiro e março deste ano, que resultou na prisão de mais de seis mil agressores em todo o país e consolidou um modelo de atuação integrada voltado à proteção das mulheres.


Mobilização nacional

Além da Operação Mulher Segura, o Governo Federal lançou, em fevereiro deste ano, o Pacto Brasil Contra o Feminicídio, iniciativa que reúne Executivo, Legislativo e Judiciário para fortalecer ações de prevenção, proteção, responsabilização de agressores e assistência às vítimas.


A estratégia busca ampliar a integração entre instituições, fortalecer políticas públicas voltadas às mulheres e promover ações coordenadas para reduzir os índices de violência de gênero em todo o país.


Para Chico Lucas, os resultados observados nos meses de abril e maio reforçam a importância de manter e ampliar os esforços conjuntos de prevenção, proteção e responsabilização, garantindo que a redução registrada se consolide ao longo do ano e contribua para salvar ainda mais vidas.

Capacitação nacional prepara sistemas prisionais estaduais para aplicação do Enem PPL e o Encceja PPL

 





 

Iniciativa integra a Estratégia Nacional de ampliação do acesso à educação no sistema prisional alinhadas ao Plano Nacional Pena Justa

 

 

Brasília/DF, 18/06/2026 - A Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) promoveu uma capacitação, no dia 9 de junho, destinada aos representantes das administrações penitenciárias responsáveis pela execução do Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem-PPL) e do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade (Encceja-PPL).

A atividade reuniu responsáveis pedagógicos das administrações prisionais de todas as unidades federativas encarregados de organizar e executar os exames. O objetivo foi preparar tecnicamente as equipes para as etapas de inscrição, logística e aplicação das provas, em preparação para a divulgação dos editais de 2026.

“Responsáveis de todas as unidades federativas estão aqui em Brasília se capacitando para que a aplicação dos exames aconteça em todos os estabelecimentos prisionais do país”, afirmou o Chefe da Divisão de Educação, Cultura e Esportes da SENAPPEN, Rodrigo Dias.

A iniciativa integra a Estratégia Nacional de ampliação do acesso à educação no sistema prisional, alinhada aos Planos Estaduais e Distrital de Educação em Prisões (PEEP) e às diretrizes do Plano Nacional Pena Justa. A expectativa é que os entes federados ampliem o número de inscritos e garantam melhores condições de participação nos exames.

“Espera-se que essa capacitação fortaleça a gestão educacional nas unidades penais, preparando os sistemas prisionais para acolher o crescente número de pessoas privadas de liberdade que buscam, na elevação da escolaridade e no acesso ao ensino superior, um caminho real de transformação e reinserção social”, enfatiza a Coordenadora-Geral de Cidadania e Assistências Penitenciárias da SENAPPEN, Cíntia Rangel.

Em 2025, o Encceja PPL registrou 173.104 inscritos, enquanto o Enem PPL contabilizou 121.625 participantes, indicando um crescimento na adesão das pessoas privadas de liberdade aos certames. Esse avanço reforça a necessidade de fortalecer a capacidade operacional das unidades federativas.

Durante o encontro, foram apresentadas diretrizes atualizadas e procedimentos para padronizar a aplicação dos exames. Entre os temas abordados estiveram as etapas de inscrição, a organização das unidades, os protocolos de segurança, a prevenção a fraudes e o uso de ferramentas digitais. Também foi destacada a importância da integração entre as equipes pedagógicas e de segurança.

“Essa atuação conjunta é essencial para garantir o acesso à educação, sem descuidar dos protocolos de segurança nas unidades prisionais”, afirmou o Diretor de Políticas Penitenciárias da SENAPPEN, Sandro Abel Barradas.

A ação é resultado da parceria entre a SENAPPEN e o INEP, que inclui apoio logístico para a participação dos representantes estaduais. A medida busca assegurar a presença dos responsáveis pedagógicos e fortalecer a articulação entre União, Estados e Distrito Federal na implementação da política educacional no sistema prisional.

A iniciativa fortalece as disposições previstas na Lei de Execução Penal (LEP) relacionadas à promoção da educação para pessoas privadas de liberdade, considerando os exames nacionais instrumentos estratégicos para a certificação de estudos e para a ampliação de oportunidades de reintegração social e de redução da reincidência criminal.

Divisão de Comunicação da SENAPPEN

 

SENAPPEN realiza Cerimônia de Posse de novos Policiais Penais Federais 77 novos servidores passam a integrar o quadro da Polícia Penal Federal

 




Brasília/DF, 18/06/2026 – A Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) realizou, nesta segunda-feira (15), a cerimônia de posse de 77 novos Policiais Penais Federais. Os servidores iniciam, a partir de agora, uma trajetória profissional marcada pelo compromisso com a segurança pública e pela missão de servir ao Brasil.

Realizada em Porto Velho (RO), a solenidade reuniu autoridades, familiares, amigos e convidados para celebrar o ingresso dos novos Policiais Penais Federais à carreira pública. A solenidade contou com a assinatura simbólica do termo de posse, o juramento oficial e a oração do Policial Penal Federal.

Em 2026, o Sistema Penitenciário Federal celebra 20 anos de atuação. A chegada dos novos servidores representa o fortalecimento da política penal brasileira, e a expansão da instituição.

“O órgão recebe novos profissionais qualificados e preparados para atuar no reforço da segurança das unidades penitenciárias federais e na proteção da sociedade brasileira, integrando uma instituição estratégica para o enfrentamento às organizações criminosas”, afirmou o Secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia.

“A gente coroa esse marco de 20 anos com a chegada de policiais penais que ingressam com o propósito de proteger a sociedade brasileira”, declarou o Diretor da Polícia Penal Federal, Marcelo Stona.

Para a Policial Penal Federal, Lidiane Lima, a posse representa a concretização de um importante objetivo profissional.

“É a realização de um sonho. Concluir o curso de formação e, finalmente, integrar a Polícia Penal Federal. Espero contribuir com o trabalho desenvolvido pela instituição ao lado dos meus colegas de farda”, destacou.

Os novos Policiais Penais Federais passam a integrar o quadro da Polícia Penal Federal com a missão estratégica de fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas e contribuir para a manutenção da segurança nas unidades penais federais.

Divisão de Comunicação da SENAPPEN


Eleições 2026 - Cartilha CONDUTAS VEDADAS, da PGE: Dia 4 de julho à meia noite, perfis institucionais deverão ser desativados

 


A partir de zero hora do dia 4 de julho, os perfis institucionais deverão ser desativados, devido vedações da legislação eleitoral. No caso do Governo da Paraíba a Procuradoria-Geral do Estado da Paraíba elaborou e disponibiliza em sua página a Cartilha  – CONDUTAS VEDADAS aos agentes públicos estaduais – eleições 2026.  Divulgamos aqui a Apresentação da cartilha e disponibilizamos o link da publicação.

Link da cartilha:

 https://portal.pge.pb.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/PGE-PB-Cartilha-Condutas-Vedadas-aos-Agentes-Publicos-Estaduais-Eleicoes-2026.pdf

Apresentação

 

A Procuradoria-Geral do Estado da Paraíba, no exercício de sua missão constitucional de prestar consultoria e assessoramento jurídico ao Poder Executivo, apresenta a nova edição da Cartilha de Condutas Vedadas aos Agentes Públicos - Eleições 2026.

O período eleitoral exige da Administração Pública, de forma mais rígida, uma postura de neutralidade e impessoalidade. Mais do que um conjunto de proibições, as normas eleitorais são garantias da própria democracia, zelando para que a vontade do eleitor seja manifestada de forma livre, sem a interferência indevida do poder político ou do uso da máquina estatal.

Esta Cartilha foi estruturada para ser um guia prático e seguro. Nela, gestores e servidores encontrarão orientações claras sobre o que é permitido e o que é vedado, os prazos críticos do calendário eleitoral e as sanções aplicáveis em caso de descumprimento.

Nosso objetivo é orientar os agentes públicos para que a continuidade dos serviços essenciais à população paraibana ocorra em total conformidade com a Lei nº 9.504/1997 e com a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Esta cartilha possui caráter orientativo, não substitui análise jurídica individualizada e deve ser interpretada conforme a legislação vigente e a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral.

A PGE/PB reafirma seu compromisso com a legalidade e a ética na gestão pública. Recomendamos a leitura atenta deste material e colocamos nosso corpo técnico à disposição para sanar dúvidas e oferecer o suporte necessário durante todo o processo eleitoral.

STF prorroga até junho de 2027 regras de distribuição do Fundo de Participação dos Estados

 

Foto: Lia de Paula/Agência Senado

Por unanimidade, Plenário definiu prazo improrrogável para que o Congresso Nacional aprove nova legislação sobre a matéria


Nesta quarta-feira (17), o Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, prorrogou a validade das atuais regras de cálculo, distribuição e controle da liberação dos recursos do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) até 30/6/2027. O prazo, definido na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5069, é improrrogável, e, nesse período, o Congresso Nacional deve aprovar nova legislação sobre a matéria.


A Corte também determinou que o caso seja encaminhado ao Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) da Presidência do STF para buscar uma solução negociada entre União, estados e Distrito Federal quanto à futura forma de distribuição dos recursos. Caso não haja nova lei nem consenso até o prazo fixado, passará a valer automaticamente a sistemática prevista no inciso III do artigo 2º da Lei Complementar (LC) 62/1989, nos moldes compatíveis com os parâmetros constitucionais definidos pelo Tribunal.


Equalização fiscal

O FPE é uma transferência constitucional de recursos da União, formada principalmente por parcelas da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), destinada a reduzir desigualdades regionais e equalizar a capacidade fiscal dos estados e do Distrito Federal. Em unidades federativas com menor arrecadação própria, o fundo representa uma das principais fontes de financiamento das políticas públicas.


Em 2010, o STF declarou inconstitucional o modelo de distribuição previsto na LC 62/1989, que utilizava coeficientes fixos definidos ainda na década de 1980. Para a Corte, o sistema deixava de refletir mudanças na população e na renda dos estados ao longo do tempo, comprometendo a função redistributiva do fundo. Apesar disso, o Tribunal preservou temporariamente as regras então vigentes e concedeu prazo para que o Congresso Nacional elaborasse uma nova disciplina legal.


Em resposta, foi editada a LC 143/2013, que introduziu critérios relacionados à população e à renda domiciliar per capita, mas manteve por longo período parte relevante da distribuição baseada nos coeficientes fixos anteriormente questionados.


Em 2023, ao julgar a ADI 5069, proposta pelo governo de Alagoas, o STF concluiu que a norma reproduziu vícios já apontados em decisões anteriores ao instituir uma transição excessivamente longa para o novo modelo. Por isso, declarou a inconstitucionalidade de dispositivos relativos à correção e ao rateio dos recursos, sem efeito de nulidade para preservar temporariamente seus efeitos, a fim de evitar insegurança jurídica e a interrupção da distribuição do FPE enquanto o Congresso Nacional edita uma nova regulamentação.


Critérios vigentes

Ao defender a prorrogação temporária das regras vigentes, a Advocacia-Geral da União (AGU) explicou nos autos que a sistemática atualmente utilizada decorre da aplicação dos critérios previstos na LC 62/1989, alterada pela LC 143/2013, e de normas editadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para sua operacionalização. O modelo parte de valores de referência calculados para cada unidade da federação e atualizados por indicadores econômicos, como inflação e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Quando os recursos disponíveis superam esses valores de referência, passa a ser aplicada uma segunda etapa de distribuição baseada em fatores que consideram a participação da população e o inverso da renda domiciliar per capita de cada estado, utilizando dados produzidos pelo IBGE e consolidados pelo TCU.


Segundo a AGU, a eventual substituição imediata desse sistema exigiria a revisão simultânea de diversos mecanismos operacionais, normativos e financeiros. Por isso, a União sustentou que a definição de uma nova metodologia envolve elevada complexidade técnica e federativa, recomendando a manutenção temporária do modelo atual até a aprovação de nova legislação pelo Congresso Nacional.


Prazo improrrogável

Ao votar, a ministra Cármen Lúcia destacou que a controvérsia se arrasta há mais de 16 anos sem solução legislativa definitiva. Segundo a relatora, sucessivas prorrogações acabam por esvaziar a eficácia das decisões do Supremo e prolongar um quadro de inconstitucionalidade já reconhecido pela Corte.


A ministra observou que o Congresso Nacional havia solicitado a manutenção das regras atuais até março de 2027. Em petição apresentada ao STF, o presidente do Congresso sustentou que a discussão tem “elevado impacto político-federativo” e que a aprovação de uma nova disciplina exige ampla negociação entre os entes federados, ainda mais difícil em ano eleitoral.


Embora tenha reconhecido as dificuldades apontadas pelo Legislativo, Cármen Lúcia inicialmente propôs um prazo mais curto, até 31 de dezembro de 2026. O ministro Alexandre de Moraes concordou com os fundamentos da relatora, mas observou que a tramitação de uma proposta dessa magnitude seria especialmente difícil no contexto eleitoral. Para ele, a proximidade das eleições e, posteriormente, a renovação das Mesas Diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado reduziriam significativamente a capacidade deliberativa do Congresso no segundo semestre deste ano. Por essa razão, sugeriu a ampliação do prazo até junho de 2027, proposta acolhida pela unanimidade do colegiado.


(Cezar Camilo/CR//CF)

terça-feira, 16 de junho de 2026

Trilha Amigos Policiais Penais da Paraíba fortalece integração e incentiva qualidade de vida

 



A Trilha Amigos Policiais Penais da Paraíba tem se destacado como uma iniciativa voltada à promoção da saúde, do bem-estar e da integração entre servidores da segurança pública, familiares e amigos.

Criado com o objetivo de incentivar hábitos saudáveis e fortalecer os laços de amizade, o projeto reúne participantes em percursos ecológicos realizados em áreas de grande relevância ambiental do estado. A atividade proporciona momentos de lazer, superação e contato direto com a natureza, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e da saúde mental dos envolvidos.

Além da prática esportiva, a trilha busca estimular a conscientização ambiental, o espírito de equipe e a valorização do convívio social, reunindo policiais penais, integrantes de outras forças de segurança e membros da sociedade civil em um ambiente de respeito, cooperação e fraternidade.

A crescente adesão ao projeto demonstra a importância de iniciativas que promovam a saúde física e emocional dos profissionais da segurança pública, reforçando valores como união, disciplina, solidariedade e compromisso com a coletividade.

A organização da Trilha Amigos Policiais Penais da Paraíba agradece a todos os participantes e apoiadores que contribuem para o sucesso do projeto e reafirma o compromisso de continuar realizando ações voltadas ao fortalecimento da qualidade de vida e da integração social.


" Unidos pela farda, movidos pela aventura."


Assessoria de Comunicação - Trilha Amigos Policiais Penais da Paraíba

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Avanço das decisões a partir de algoritmos deve preservar direitos humanos, afirma Fachin

 


                        Fotos:Pedro França/CNJ

Na era dos algoritmos, em que a tecnologia molda comportamentos, organiza fluxos de decisão, distribui oportunidades e condiciona o acesso a direitos e recursos, qual deve ser o papel do Direito Civil? A análise foi apresentada pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, ao ministrar palestra magna na abertura da X Jornada do Direito Civil. Ele participou da abertura do evento na manhã desta segunda-feira (15/6), no Conselho da Justiça Federal (CJF), em Brasília (DF).


Ao abordar o tema “Entre a Tradição Civilista e a Sociedade Algorítmica: uma perspectiva e um panorama”, o ministro traçou uma linha do tempo para demonstrar como cada grande transformação tecnológica ao longo dos séculos gerou novas formas de poder e, consequentemente, novos grupos fragilizados. “A sociedade digital produziu aquilo que podemos chamar de vulnerabilidade algorítmica”, explicou.


Nesse cenário, sistemas automatizados passaram a exercer funções tipicamente institucionais, incluindo processos decisórios que afetam diretamente a vida dos cidadãos. Diante disso, Fachin reforçou que os desafios jurídicos da inteligência artificial (IA) vão além da inovação técnica: eles dizem respeito ao surgimento de novas estruturas de organização social. “O Direito é chamado a reafirmar sua função humanista. Se os algoritmos passaram a desempenhar funções institucionais, sua legitimidade deverá ser aferida à luz dos mesmos valores que justificam toda ordem jurídica democrática: a dignidade da pessoa humana, a igualdade, a liberdade, a responsabilidade e a proteção dos vulneráveis”, defendeu o ministro.


Ele relembrou que o Direito Civil contemporâneo tem como vocação histórica conter as assimetrias de poder. “A tecnologia é instrumento; a pessoa humana permanece sendo o fim”, sublinhou.


Novas fragilidades na era digital


O ministro Fachin ressaltou que a Constituição de 1988 colocou no centro do sistema jurídico os indivíduos em situação de maior fragilidade: crianças, idosos, pessoas com deficiência, consumidores, mulheres vítimas de violência e grupos historicamente discriminados.


Exemplos práticos dessa evolução incluem o Estatuto da Pessoa com Deficiência, o direito à identidade de gênero e a proibição de discriminações por orientação sexual. “O Direito Civil não pode ser instrumento de exclusão ou de reprodução de vulnerabilidades, mas sim de sua redução”, pontuou.


Nesse contexto, a “vulnerabilidade algorítmica” manifesta-se no desamparo de indivíduos submetidos a decisões automatizadas cujos critérios são desconhecidos, incompreensíveis ou inacessíveis. Nesse ponto, o ministro destacou o papel da Lei Geral de Proteção de Dados. “A LGPD representa um dos mais importantes marcos normativos do Direito brasileiro contemporâneo. Sua importância ultrapassa a mera disciplina do tratamento de informações”, afirmou.


Apesar de reconhecer o tamanho dos desafios estruturais, Fachin ponderou que a inteligência artificial também traz benefícios extraordinários, como a democratização do conhecimento, a ampliação do acesso à Justiça e o suporte à atividade dos juízes. “O Direito não deve combater a inovação. O verdadeiro desafio consiste em assegurar que a tecnologia permaneça subordinada aos valores humanos. Jamais o contrário. A máquina é meio. O ser humano continua sendo o fim”, assegurou.


Atualização do Código Civil


Antes da palestra de Fachin, a mesa de abertura da X Jornada contou com a presença do presidente do CJF e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, e do vice-presidente do STJ, ministro Luis Felipe Salomão, entre outras autoridades.


Ao longo de dois dias (15 e 16 de junho), os participantes debaterão temas essenciais para atualizar o Direito Civil brasileiro diante de inovações legislativas e da evolução da jurisprudência dos tribunais superiores. No total, serão avaliadas 193 propostas de enunciados, selecionadas entre 940 enviadas.


Os debates coincidem com o processo de reforma do Código Civil no Senado Federal. A iniciativa busca modernizar o sistema normativo nacional, aprimorar a técnica legislativa e adequar institutos tradicionais às novas demandas sociais, econômicas e tecnológicas do país.


Texto: Margareth Lourenço

Edição: Beatriz Borges

Revisão: Caroline Zanetti

Agência CNJ de Notícias

sábado, 13 de junho de 2026

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Governador Lucas Ribeiro abre 42º Salão do Artesanato Paraibano e assina crédito de R$ 800 mil para fortalecer setor

















Secom-PB

Fotos: José Marques

O governador Lucas Ribeiro abriu, nesta quinta-feira (11), em Campina Grande, a 42ª edição do Salão do Artesanato Paraibano e assinou o Termo de Investimento do programa Empreender PB, que vai disponibilizar uma linha de crédito de R$ 800 mil para artesãos participantes do evento. A edição traz a maior estrutura da história, com 6 mil metros quadrados, reunindo cerca de 500 expositores. O investimento é de mais de R$ 2,7 milhões. 


O governador destacou que o Salão funciona como uma grande vitrine da produção artesanal paraibana. “Esse Salão é uma vitrine para aquilo que a Paraíba produz de melhor. São quase 30 dias apresentando nossa cultura, nossa criatividade e o talento do povo paraibano. Mais do que um evento, essa é uma política pública que gera emprego, renda e transformação social na vida das pessoas. O Governo da Paraíba investe na capacitação dos artesãos, abre novos mercados e fortalece o setor porque entende a importância econômica e cultural do artesanato para o nosso estado”, afirmou o governador. 


Presidente de Honra do Programa do Artesanato Paraibano (PAP), Camila Mariz destacou que a realização do Salão dá continuidade ao legado deixado pela ex-primeira dama Ana Maria Lins. “Hoje é uma noite de celebração, mas também de responsabilidade. Carregamos o legado de quem construiu esse programa com muito trabalho e proximidade com os artesãos. O nosso compromisso é continuar ampliando oportunidades, fortalecendo essa política pública e fazendo com que cada artesão se sinta valorizado e representado neste espaço”, destacou. 


Com o tema “Bonecas de Pano – Arte de Viver, Vida de Brincar”, a edição homenageia artesãs bonequeiras de diferentes municípios paraibanos e reforça o papel do artesanato como instrumento de preservação da cultura, geração de renda e inclusão social.


A artesã bonequeira Arinha Ferreira Gomes, de João Pessoa, há mais de 40 anos produz bonecas de pano. Participando pela primeira vez do Salão em Campina Grande, ela comemorou o reconhecimento. “Está sendo maravilhoso porque é uma maneira de sermos homenageadas e de dar credibilidade ao que fazemos. Não é só vender uma peça. A gente deposita amor, carinho, dedicação e muito trabalho em cada boneca. Fiquei encantada com a estrutura, que está mais ampla e acolhedora”, relatou. 


Além da exposição e comercialização de peças, o evento reúne gastronomia regional, apresentações culturais e espaços onde os visitantes acompanham de perto o trabalho dos artesãos. O artesanato paraibano também possui reconhecimento internacional por meio do Selo de Excelência da Unesco, concedido a peças que atendem aos mais elevados padrões de qualidade artesanal. 


A gestora do Programa do Artesanato Paraibano (PAP), Marielza Rodriguez, destacou que a edição deste ano representa um marco na história do evento. “Em mais de 20 anos de Salão, esta é a maior edição que já realizamos. São mais de seis mil metros quadrados de estrutura construídos a partir de um trabalho coletivo, que envolveu diversas secretarias e parceiros. O mais importante é ver a confiança dos artesãos no programa, participando de um processo transparente e acreditando em uma política pública que valoriza o artesanato e transforma vidas”, afirmou. 


Durante a abertura, o governador assinou o Termo de Investimento do Empreender Artesanato, ampliando o apoio do Governo do Estado aos trabalhadores do setor. Serão disponibilizadas 100 vagas por meio de uma linha de crédito específica para artesãos participantes do 42º Salão do Artesanato Paraibano, totalizando um investimento de R$ 800 mil para fortalecimento dos pequenos negócios e ampliação da produção. 


Histórico - Criado em 2004, o Salão do Artesanato Paraibano tornou-se uma das principais vitrines da economia criativa do estado. Ao longo de suas 42 edições, o evento passou de 40 mil visitantes e R$ 154 mil em vendas na estreia para picos superiores a 220 mil visitantes e mais de R$ 4 milhões em negócios, consolidando-se como um importante instrumento de geração de emprego, renda e valorização da cultura paraibana.

CNJ cria comitê para fortalecer política de cultura prevista no plano Pena Justa

Foto: José Lucas Azevedo O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizou, na quinta-feira (16/7), a reunião de instalação do Comitê Interinsti...